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segunda-feira, 28 de julho de 2014

João-de-barro

Mais um post sobre pássaros, desta vez vos trago o João-de-barro, aquele que constrói sua casinha com barro, daí seu nome. Desses também vejo muito por aqui, em especial suas belas "construções". Num domingo desses tive a oportunidade de acompanhar a montagem de uma. Sem pestanejar corri para casa e busquei a máquina, e lá ainda estava o bichano a trabalhar...


"O joão-de-barro ou forneiro (Furnarius rufus) é uma ave Passeriforme da família Furnariidae. É conhecido por seu característico ninho de barro em forma de forno (característica compartilhada com muitas espécies dessa família). É uma espécie nativa da Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai. E é a ave símbolo da Argentina, onde é chamado de hornero ("Ave de la Patria" - desde 1928).
Vive em áreas de vegetação esparsa ou em campos abertos. Passa grande parte do tempo no solo, destacando-se por seu andar pausado característico, que alterna com pequenas corridas. Alimenta-se de insetos e larvas, aranhas e outros artrópodes. Pode ocasionalmente ingerir sementes. Raramente forrageia nas árvores. São monógamos e os casais permanecem unidos por longo tempo. Defendem seu território ao longo de todo o ano, tanto a fêmea como o macho, mas podem pernoitar fora de sua área. Têm o hábito de cantar juntos à entrada do ninho, agitando suas asas. O casal se reveza na construção do ninho, uma estrutura em formato de forno, com 17 a 30 cm de diâmetro e uma altura de cerca de 20 cm, que pode pesar até 12 kg, embora a média seja de 5 kg.
O joão-de-barro é um pássaro muito popular, tanto que foi escolhido como a ave nacional da Argentina.3 Faz parte do folclore de várias regiões, sendo personagem de lendas. Uma delas diz que o macho pode encerrar uma fêmea infiel no ninho até que ela morra, o que nunca foi comprovado; Outra diz que ele constroi seu ninho com a abertura na direção oposta do vento e da chuva, mas as pesquisas realizadas apresentam resultados contraditórios." (Fonte: Wikipédia)

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Emas

Durante minha infância, por morar na área rural sempre convivi de perto com animais. Ainda que meu pai não seja nem um pouco fã de animais de criação (o negócio dele são plantas), nem mesmo cachorros, ainda assim sempre tivemos contato com os animais "silvestres" típicos aqui da região. As aves são os exemplares mais significativos e das emas lembro de vê-las passeando perto de casa muitas vezes durante a minha infância. Por um tempo andaram sumidas, mas cada vez mais as vemos de novo por aqui, pra alegria das minha boas lembranças.



"A ema (Rhea americana (L.)), também chamada nandu, nhandu, guaripé e xuri, é uma ave da família Rheidae cujo habitat se restringe à América do Sul. Apesar de possuir grandes asas, não voa. Usa as asas para se equilibrar e mudar de direção na corrida. Tem a peculiaridade de serem os indivíduos masculinos os responsáveis pela incubação e o cuidado com os filhotes. É considerada a maior ave brasileira. A ema é a maior e mais pesada ave do continente americano. Um macho adulto pode atingir 1,70 m de comprimento e pesar até 36 kg." (Fonte: Wikipédia)

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Fuxicando

 Atendendo à encomendas, pelo menos meus dias não andam nada parados. Dessa vez é pro casamento do irmão, e que venham logo encomendas remuneradas!


sexta-feira, 4 de julho de 2014

Meu, meu, meu

Uma coisa que sempre me incomoda, é quando pessoas se referem à outras pessoas com pronomes possessivos. Na minha cabeça, uma coisa é você explicar pra alguém com quem não tenha muito ou nenhum contato, quem é aquela pessoa, na hora de mencionar ou apresentar. Outra bem diferente é tratar sempre com um pronome atrelado. A família do meu marido (além de outras pessoas claro) tem essa mania. Por exemplo, em vez de se referirem aos meus pais por exemplo, pelo nome deles, afinal, eles se conhecem, não são super amigos, mas se conhecem de nome, já conversaram e tal, mas eles sempre se referem ao papel que meus pais representam, ou sendo os sogros do meu marido (o pior caso na minha opinião) ou como meus pais. A parte de serem meus pais eu até entendo, afinal foi através de mim que eles os conhecem, ou seja, a ligação é por mim. Já quando é pelo Lukas eu acho estranho, não sei explicar bem porque. Mas o pior de tudo na minha opinião é quando as pessoas se referem sempre ao papel que as pessoas tem na vida delas. Elas nunca são fulano ou ciclano, são sempre "meu isso", "meu aquilo", isso me incomoda bastante. E como já disse não sei bem porquê. Acho que não gosto que se refiam à pessoas como se fossem objetos de alguém. Sei que a intenção não é essa, mas eu acredito que cada pessoa é única, tem sua própria personalidade, e quando alguem diz que ela é "minha" alguma coisa parece que ela perde esse valor. Parece que o valor é somente ser o "aquilo" de alguém. Deu pra  me entender?!

Mesmo com o pequeno, não me sinto à vontade quando tenho que dizer que é "meu" filho. Parece que não está certo. Sim, ele saiu de mim, é minha responsabilidade, mas antes de tudo ele é ele, com a personalidade dele, as vontades dele, o jeito dele. Ele ser "meu filho" é totalmente secundário na minha opinião. Imaginem então como eu me sinto quando ficam apresentando ele por aí como "meu neto", "meu sobrinho", "meu não-sei-o-quê". 

Enfim... doideiras da minha cabeça...